Ilha de Itamaracá: Forte Orange, Praia do Forte e o melhor açaí do rolê

quarta-feira, março 21, 2018


Esta foi a primeira vez que viajamos no Carnaval e o destino escolhido foi a Ilha de Itamaracá. Desde o natal que estávamos nos organizando para visitar a Ilha, que fica localizada a aproximadamente 50km de Recife – o que leva uns 50 minutos – porém, para nós que viemos de Campina Grande, enfrentamos 216km e 3h de viagem. Valeu a pena!

Itamaracá faz parte da história da Família Paiva, eles alugam casa todo ano lá: passam férias, natal, ano novo e quantos feriados o ano permitir. Era um lugar que tinha o cheiro das férias de Estevão. Eu, por outro lado, nunca tinha ouvido nem falar, até namorar com ele. Assim, embarcamos para criar novas histórias ao lado do outro.
Árvores hollywoodianas em frente ao Forte Orange na Praia do Forte

Lugares da Ilha 

A Ilha atende a todos os gostos: Se você deseja badalação e muita animação, se hospede na região do Pilar, lá é o centro da Ilha, onde fica o hospital, prefeitura, praça e a maior parte do comércio local. Se você quer uma praia afrodisíaca, vá para Jaguaribe, onde você encontra a Praia do Sossego (Enseada dos Golfinhos), com um mar azul bem conhecido entre os turistas da Ilha. 

#dica: Se você não quiser ficar queimando no calor, é imprescindível que você leve cadeiras e guardas sol, pois lá não tem para alugar. Esse foi o motivo pelo qual não visitamos o lugar, por conta das crianças, mas ficou na listinha para as próximas viagens.

Se desejar tranquilidade, que foi o nosso caso, procure lugares na região do Forte. É mais afastado do centro, porém tem tudo que você precisa por perto como supermercado, padaria, farmácia, etc.

Praia do Forte

A Praia do Forte é bem limpa, não tem sargaço no início do mar, a areia é fofinha e sem pedras e o mar bastante calmo (sem muitas ondas). E o melhor: tem várias mesas que você pode usar sem se preocupar com a insolação no final do dia. Ao consumir, uma água de coco que seja, a mesa está paga.
Lhes apresento a Família praiana Paiva <3
Custo e comidas: o valor das coisas não é o melhor, mas, já estamos acostumados com preços bem mais altos que o normal em lugar turístico ou na praia, né? Pagamos R$12 em uma coca cola de 2 litros, que em Campina Grande custa R$6. O cardápio não possui muitas opções, mas pode relaxar que na praia passa bastante vendedor ambulante (pelo menos, em época de Carnaval e alta temporada), oferecendo desde amendoim e petiscos simples até caldeirada, cabeça de galo, bobó de camarão e comidas mais pesadas.

Acabamos não conhecendo outras praias, pelo curto tempo e por não ter certeza se encontraríamos sombra (ou mesas) para nos alojarmos. A gente também nunca acordava cedo o suficiente, afinal, queríamos mais era descansar e isso foi atingido com sucesso. Foi mais cômodo ficar apenas na Praia do Forte, já que dava para ir à pé da casa onde ficamos, e não nos arrependemos.

Hospedagem

A Família Paiva sempre aluga casa para o ano todo (ou vários meses), então, por conta disso, nós não gastamos nada com hospedagem e ficamos no apartamento que eles já tinham reservado desde o Natal. Mas, existem várias opções de hospedagem na Ilha, enquanto caminhávamos por lá, avistamos várias pousadas que você pode encontrar em sites de buscas como o Booking e, se quiser casas/apartamentos também encontrei opções pelo Airbnb (saiba mais e ganhe um desconto clicando AQUI).

Nosso roteiro e dicas de passeios na Ilha de Itamaracá

Os pontos turísticos da Ilha vão de acordo com cada praia ou região. Nós chegamos na Ilha no sábado à noite e passamos 3 dias por lá, melhores do que o previsto. De manhã, nós íamos para a Praia do Forte e, de tarde, a gente dormia (aquele sono irresistível depois do almoço, né?), depois saímos para algum lugar. 

Na primeira noite, deu vontade de tomar um açaí, nossa primeira opção era um lugar no Pilar, mas quando chegamos lá estava cheio de cafuçu e voltamos para o Forte. Foi a melhor coisa que fizemos. Encontramos a Pizzaria Caminho do Forte, que também vendia açaí ao lado. Custou 10 reais cada tigela e veio com os acompanhamentos tradicionais: banana, morango, granola, leite ninho e leite condensado. Todo mundo gostou muito do sabor, o açaí era bem saboroso e consistente. 

Na segunda, fomos conhecer o Forte de Santa Cruz de Itamaracá (mais conhecido por Forte Orange), que tem toda uma história e importância na batalha contra os holandeses, mas não tivemos muita sorte. Estava em recesso carnavalesco e só ia abrir depois do feriado. A prainha que tem ao lado estava bem movimentada e dava pra ver mais de perto a Coroa do Avião, que é uma ilhota onde várias pessoas fazem passeios de barco para conhecer. Nós, entretanto, aproveitamos o pôr do sol, com muito amor e tranquilidade.


Ainda na segunda, participamos de um culto com a igreja do Tio de Estêvão (o mesmo pastor que celebrou nosso casamento <3) e depois voltamos à Pizzaria Caminho do Forte de tanto que gostamos do lugar. Dessa vez, experimentamos a pizza de lá: Massa nem tão fina, nem tão grossa, com uma quantidade boa de recheio e muito bem assada, algumas partes da borda ficaram crocantes. 

Os sabores escolhidos foram Frango com Catupiry e Especial Caminho do Forte, ambos aprovados por todos. Quanto a valores, eu não me recordo e como dividimos com o grupo, pagamos bem pouquinho. Mas, lembro que não era nada assustador, era normal. É bem simples, bem cara de praia, mas a comida é muito boa. Da pizza ao sorvete.

Na terça de tarde, viajamos de volta, então só deu para aproveitar a praia e arrumar as malas. 

Embora, particularmente, não ter feito ou conhecido muita coisa, há algumas outras opções que recomendamos, como a  Enseada dos Golfinhos, Projeto Peixe boi, Ilhota Coroa do Avião, Forte Orange, Passeio de trenzinho conhecendo alguns pontos na Ilha e rolês turistãos na praia (como Banana Mecânica e  passeio de lancha na praia), etc. 

Fora os rolês alimentícios, que você pode desfrutar um pouco do comércio local. Em Pilar, existe uma praça que é um ponto de encontro na Ilha, com vários comércios locais ao redor, que também vale a pena conhecer. Voltamos com gosto de “quero mais”, quem sabe voltamos no próximo réveillon ou férias. 

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